15 set 2015
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Atualmente muito se fala sobre criatividade e inovação, mas será que são sinônimos? Correlatos? Fazem parte de um processo?

Uma coisa é certa, em termos de Administração e Marketing não se pode descartar ou compreender mal esses conceitos, isso já significou o fim de grandes organizações. Vide o caso da Kodak, vendeu sua invenção, a máquina digital, permitindo a concorrência inovar em seu lugar.

Entenda um pouco mais!

De forma bem superficial, é importante compreender que os fenômenos são cronológicos, só é possível inventar se for criativo. Assim sendo, só é possível ser inovador se já fomos criativos e inventivos. E tudo isso tem um ponto de partida – UM PROBLEMA / UMA INQUIEITAÇÃO / UMA NECESSIDADE.

  • Criatividade: é a habilidade ou capacidade de ter IDÉIAS para resolver determinado problema ou inquietação.
  •  Invenção: é a MATERIALIZAÇÃO da IDÉIA em forma de protótipo ou processo piloto para a resolução da inquietação.
  • Inovação: é quando o protótipo ou o processo é lançado para o mercado ou aplicado na empresa, e com isso a mesma auferi benefícios – aumento das vendas, melhoria de processos, otimização do tempo, produtividade, reconhecimento de marca, etc.

São diferente as competências exigidas em cada etapa do processo de gestão da inovação. Em cada um dos passos é necessário uma expertise, é por isso que muitas empresas ainda encontram dificuldade em inovar.  As áreas de inovação destas organizações são limitadas ou muito habilidosas em um dos passos e não no processo global.

A inovação pode ser mais incremental ou causar um rompimento nos atuais processos e tecnologias (fundamentalmente o ideal e alternar entre as duas), mas tem que fazer parte do cotidiano das empresas, que bem estruturadas fazem toda diferença. Tudo aquilo que não cresce, não muda, não reinventa e não inova, perece e morre.

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10 set 2015
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SATISFAÇÃO = DESEMPENHO – EXPECTATIVA

 A boa e velha fórmula de satisfação ainda funciona e deveria fazer parte de qualquer discussão de marketing, vendas e comportamento do consumidor. Como toda boa fórmula, vale uma revisão:

Considerando que marketing não cria necessidades e não desenvolve valor, e sim gera o desejo de atendê-las e entrega o valor que extrai do consumidor, podemos afirmar que a empresa é capaz de gerar satisfação quando supera, com sua entrega, o que seu cliente imaginava receber.

  • EXPECTATIVA – É a qualidade e a capacidade de atender as necessidades que uma pessoa espera de um determinado bem ou serviço, antes de poder usufrui-los. Ela é gerada por uma série de fatores, tais como: publicidade, posicionamento, embalagem, recomendações e marca.
  •  DESEMPENHO – É a avaliação do bem ou serviço prestado depois do uso, justamente levando com consideração a qualidade e a capacidade dele de atender as necessidades, só que agora de forma concreta.

Apensar de simples, o resultado pode ser impactante. Uma vez que sua expectativa e desempenho empatam ou temos uma leve vantagem no desempenho, estamos sendo satisfatórios. Quando a razão é negativa, estamos sendo decepcionantes, algo muito comum hoje – telefonia, instituições bancárias, aviação, etc. Em contraponto, se superamos muito a expectativa através de um desempenho altíssimo, estamos sendo ENCANTADORES, e encantar é algo que quase todas as empresas desejam, mas pouquíssimas tem alcançado, afinal exige trabalho duro, pesquisas, programas de remuneração, supervisão, pessoal qualificado, cuidado com a linha de frente da empresa, atenção total ao cliente e diversas outras vertentes.

Mas acredite, a satisfação ainda é um diferencial e o processo de encantamento pode ser trabalhoso, porém funcional mesmo em tempos de crise.

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26 ago 2015

Podemos dizer que Design Responsivo é um método de criação que possibilita conteúdos e layouts responderem à plataforma usada acomodando automaticamente seus elementos independente do meio que o usuário utilizar para acessá-lo. Portanto, independentemente do dispositivo usado – smarphones, tablets, computadores ou smart-TVs – o conteúdo será sempre acessível (veja imagem abaixo).

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Fonte: http://designmodo.com/responsive-design-examples/3/

O site responsivo dConstruct ( imagem acima) consegue ilustrar como o conteúdo e o layout devem se comportar nas diferentes plataformas. Design e código se casam neste processo: é preciso ter em mente como o layout irá se adaptar em telas menores e é preciso adaptá-lo sem que o design perca sua proposta. Tecnicamente falando, esse casamento é sustentado por três pilares: Grids Fluidos, Sistemas Modulares e CSS Media Queries. Existem várias considerações técnicas que devem ser levadas em consideração pelos designers a fim de viabilizarem a construção do site: evitar bordas texturizadas, efeitos gradientes, imagens e fundos que não são reajustáveis (seamless/tileable textures), etc.

Vale ressaltar que a grande sacada do ‘responsivo’ é justamente a criação de um só layout que RESPONDA à diferentes plataformas, com o intuito de economia de tempo, código e peso de arquivos. E é ai que reside a grande diferença do que existia antes e o que existe agora. Anteriormente os layouts eram adaptativos – eram criados vários layouts, um para cada plataforma e com larguras pré-determinadas que se adaptassem conforme o dispositivo. Atualmente o que se espera de um layout responsivo é a sua fluidez – desenvolvido para ser redimensionável porcentualmente (%), portanto não mais pensando em pixels e sim em porcentagens (veja imagem abaixo).

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 Fonte: http://www.smashingmagazine.com/2011/01/guidelines-for-responsive-web-design/

A ideia de responsivo surgiu como resposta ao grande número de dispositivos e plataformas vigentes atualmente no mercado. Sendo essa diversidade uma constante crescente, foi preciso encontrar um jeito mais inteligente para a construção de layouts. O termo começou a ser discutido e explorado por Ethan Marcotte, autor do livro “Responsible Web Design”, que genialmente comparou web design com as ideias emergentes de “arquitetura responsiva”.

O webdesign responsivo, também conhecido como RWD (sigla de Responsible Web Design) visa melhorar a experiência de navegação do usuário, extinguindo a necessidade de zoom ou rolagem lateral da tela. Ele pode ser encarado como uma evolução natural e não como uma revolução que pretende revolucionar todo o conceito de webdesign.

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 Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/internet/2015/04/google-deixa-de-mostrar-sites-nao-responsivos-nos-resultados-de-buscas-em-dispositivos-moveis.shtml

Design Responsivo é um assunto que deve ser levado em grande consideração não só por designers e desenvolvedores, mas também pelos próprios clientes. Como exemplo da importância do design responsivo podemos citar as notícias que circularam a respeito da decisão do Google em dar mais evidência aos sites responsivos no ranking de seus mecanismos de busca utilizados em celulares e tablets.

Entenda a importância do design responsivo – notícias sobre o Google e os resultados de busca:

http://info.abril.com.br/noticias/internet/2015/04/google-deixa-de-mostrar-sites-nao-responsivos-nos-resultados-de-buscas-em-dispositivos-moveis.shtml

http://www.forbes.com/sites/thesba/2015/03/26/now-is-the-time-for-responsive-design/

Dicas do Google sobre o assunto

https://developers.google.com/webmasters/mobile-sites/get-started/

Artigo de Ethan Marcotte sobre RWD

http://alistapart.com/article/responsive-web-design/

Ferramenta online para testar e visualizar design responsivo

http://designmodo.com/responsive-test/

Para ficar antenado sobre o assunto.

http://responsivedesignweekly.com/

Animaçöes que explicam visualmente o conceito

https://vimeo.com/77510381

Mais sobre o assunto

http://webdesign.tutsplus.com/articles/designing-for-a-responsive-web–webdesign-3850

http://www.smashingmagazine.com/2011/01/guidelines-for-responsive-web-design/

Livro de Ethan Marcotte

http://abookapart.com/products/responsive-web-design

Entenda sobre a fluidez de um layout

http://www.smashingmagazine.com/2009/06/fixed-vs-fluid-vs-elastic-layout-whats-the-right-one-for-you/

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18 ago 2015
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Marketing de conteúdo, Inboud Marketing, Marketing Digital, Funil de Vendas, Relacionamento, Monitoramento de Redes Sociais. Sim, essa semana deparei-me com um incrível desafio, auxiliar alguns clientes a se embrenharem no MUNDO ONLINE, e mais do que isso, compreenderem esse mundo.

Redobrei os rotineiros trabalhos de pesquisa, aproveitei para fazer uma imersão em novas teorias, ferramentas e estratégias. Dos mais técnicos livros aos blogueiros mais audaciosos, não sai de nenhum texto sem descobrir algo útil.

Realmente a comunicação vem mudando em ritmo frenético, agradeci por estar em uma agência onde os profissionais entendem e colocam isso em prática.

Contudo, também encontrei algumas reciclagens teóricas, ver como a discussão de CONTEÚDO DIGITAL se assemelha com a teoria de PERCEPÇÕES DE MARKETING foi algo que me deixou impressionado. Resolvi relembrar essa teoria para mostrar que conteúdo sempre foi importante, e agora mais do que nunca tem que ser pensado de forma estratégica.

O QUE SÃO AS PERCEPÇÕES DE MARKETING?

De forma sucinta, percepção é a decodificação dos estímulos que recebemos cotidianamente, ou seja, é a forma que percebemos o mundo a nossa volta. No caso do marketing é a maneira que percebemos o bombardeio de propagandas de nosso dia-a-dia.

Alguns conceitos devem ser abordados quando se fala de percepção:

  • Atenção seletiva: existe um momento que antecede a percepção humana, algo que pode ser erroneamente chamado de “percepção preliminar”, mas que determina que a pessoa tenha mais atenção por aquilo que deseja e dá importância. É através deste conceito, que se pode entender o motivo pelo qual uma pessoa obesa da atenção a um anúncio de produtos para emagrecer e alguém em forma nem percebe o mesmo anúncio.
  •  Retenção Seletiva: as pessoas guardam apenas as informações que realmente interessam e que depois de chamarem a atenção, deixam um CONTEÚDO a se lembrar, claro que este conteúdo deve ser aderente e pensado para esse público. No caso de compra de um celular, é provável que lembremos dos atributos positivos da marca que estamos tendenciosos a comprar, nos esquecendo dos positivos das demais marcas.
  • Distorção Seletiva: as informações interpretadas e a posterior opinião das pessoas, em geral são moldadas pelos desejos particulares delas. Os seres reforçam seus preconceitos e crenças e interpretam e opinam de acordo com eles. No caso do celular, se alguém nos falar bem ou mal de uma determinada marca que estamos dispostos a comprar, provavelmente reforçaremos o que já tínhamos de positivo e não reteremos o que nos foi falado de negativo.

Como dito, a comunicação, o design, o conteúdo e a forma, tem de ser pensados para que possamos romper a ATENÇÃO SELETIVA, fazer com que o público almejado RETENHA a informação, e faça DISTORÇÕES favoráveis as nossas marcas.

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14 ago 2015

ensino

O segmento de ensino é um dos que também vêm sentindo os reflexos desse momento de paralisação que a economia está vivendo do país.

Na verdade, o segmento vive um paradoxo. No primeiro semestre de 2015 as companhias de ensino superior conseguiram bons resultados, apesar dos impactos das mudanças recentes no programa de financiamento estudantil do governo, o Fies.

Mas, se houve crescimento nas matrículas e nas margens, os olhos do segmento agora se voltam para evasão e preços. É sabido que muitas estão abrindo mão de que seus filhos iniciem ou continuem os estudos. É como se o estudo representasse algo supérfluo para a realidade atual das famílias.

A boa notícia é que, nos próximos quatro anos, prevê-se um aumento da demanda pró ensino médio e, consequentemente, nos próximos sete anos teremos um aumento da demanda pró ensino superior. Este é um dado muito animador!

Ou seja, o último grande pico demográfico de jovens com idade para ingressar no ensino médio e superior está se aproximando. O setor pode se consolidar.

Evasão

Segundo matéria do jornal O Estado de São Paulo, os índices de evasão já aumentaram no primeiro trimestre, ressalta a analista do BB Investimentos Gabriela Cortez.

Na média, Kroton, Anima e Ser Educacional tiveram em torno de 12% de evasão no ensino presencial ante um patamar de 8% a 9% em 2014.

A exceção foi a Estácio, com evasão de 2,9%, mas a companhia sofreu de outra forma: deu descontos altos e não conseguiu repassar a inflação aos preços.

“A atenção dos investidores está agora em um potencial aumento nas taxas de evasão, em razão da maior restrição do Fies”, disse José Cataldo, da Ágora Corretora.

Gabriela, do BB, acredita que as empresas têm meios de reverter o aumento da evasão acompanhando mais de perto a evolução dos alunos.

Junto com o risco de evasão está o de preço. Estudo feito pela consultoria Hoper considera que é possível esperar uma política de descontos mais intensiva das companhias de ensino na tentativa de evitar a desistência.

A expectativa de alta do desemprego também contribui para esse efeito. Além disso, o fato de que alunos sem Fies podem optar por instituições de menor preço aumenta a agressividade na competição.

Na Estácio, a alta do tíquete médio no ensino presencial foi de 5%, abaixo da inflação em razão de descontos, disse o diretor financeiro, Virgílio Gibbon. Para enfrentar o risco de evasão, a companhia lançou dois programas de retenção.

Financiamento

Programas de financiamento alternativos ao Fies têm sido usados para mitigar esses impactos. Estácio, Anima e Ser firmaram parceria com a empresa de crédito Ideal Invest com juros subsidiados.

Já na Kroton, 22,8 mil alunos foram matriculados num programa de “empréstimo-ponte” sem juros. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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11 ago 2015
Aprenda a lidar bem em situações de crise na internet e mídias sociais

Gerenciamento de Crise nas Mídias Sociais

Hoje, vamos aproveitar o atual momento econômico brasileiro para falar de Gerenciamento de Crise na Internet e como isso pode ajudar ou prejudicar a sua empresa e seus negócios.

Que o mundo e o comportamento das pessoas mudou, todos nós sabemos, certo? A imagem abaixo é um belo exemplo disso. Mostra 2 momentos iguais em poucos anos de diferença: O pronunciamento do novo Papa no Vaticano.

Conte com uma agência digital para criar sua presença na internet

Nós estamos conectados e compartilhando conteúdo o tempo todo. Como usar isso a favor das empresas?

Pensando em todas essas pessoas conectadas as empresas querem aproveitar este momento para também terem comentários positivos, compartilhamentos e muitos comentários positivos sobre sua marca, produto ou serviço. Mas algumas empresas que não estão bem assessoradas, perdem a mão e acabam invertendo a situação, gerando e stress e se vendo em apuros, tendo que gerenciar crises feias, que abalam a credibilidade da empresa, manchando sua reputação.

O que é uma Crise na internet?

Dizem que Branding é o que falam da sua marca quando você não está por perto. Lidar com uma Gestão de Crise é realizar que existem pessoas que não conhecem sua marca mas estão falando mal dos seus serviços publicamente. E todo o engajamento, o alto alcance de uma mensagem que poderia ser benéfica para sua empresa, estão denegrindo sua imagem.

Para ser considerado uma crise, na internet, falando de Marketing Digital, existem 4 fatos:

1) Ameaça a Organização

2) Elemento Surpresa

3) Decisão de Curto Prazo

4) Necessidade de Mudança

Se você tiver esses 4 itens juntos, parabéns, você tem uma crise!

Toda empresa que se arrisque e quer inovar pode estar sujeito a ter pessoas insatisfeitas. Até ai, tudo bem. Afinal, não se agrada todo mundo, o tempo todo.

Mas, com minha experiência, percebo que os erros cometidos pelas empresas e por algumas agências em alguns casos, poderia facilmente ser evitado. Por isso, resolvi investir meu tempo para me aprofundar na gestão de crise e situações delicadas, e oferecer sempre este serviço para as empresas.

Se você está precisando de uma ajuda em uma campanha, se está passando por um momento de crise na sua empresa ou para algum cliente seu, não deixe de nos procurar, pois certamente, podemos ajudar.

No próximo artigo vou dar alguns exemplos práticos de como se evitar uma crise. Afinal, nosso objetivo aqui é compartilhar conhecimento para ajudar você a prosperar seu negócio.

Conte com a gente!

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06 ago 2015
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Sim, com certeza estamos em crise. Não nos faltam motivos para acreditar que os próximos meses serão nebulosos. Dessa vez a maré veio em proporções de tsunami.

Diariamente nos noticiários, jornais e botequins o discurso mais comum é o de que a coisa está “feia”, “dura”, “pesada” e que dessa vez “não dá mais para o Brasil ficar como está”.

No entanto, sempre existem os mais confiantes e entusiasmados, alguns repórteres, economistas e amigos de balcão insistem em entoar a velha máxima: “não há bem que sempre dure e mal que nunca acabe”. De alguma forma, o despretensioso comentário do beberrão que acredita no País e dos estudiosos que diariamente publicam suas esperanças nos jornais, tem um fundo de verdade.

A crença de que as coisas podem e vão melhorar, talvez seja o primeiro passo para sair da crise. Nos últimos anos vimos países se afundarem em graves crises e se reerguerem, e não será a primeira vez que o Brasil fará a mesma coisa. No meio futebolístico se diz que a melhor defesa é o ataque, e por qual motivo economicamente não seria a mesma coisa?

No caso da economia, esse ataque atende por INVESTIMENTO. Abaixo serão elencados 4 grandes motivos para que não deixemos de atacar.

  • De fato, não há mal que nunca acabe.

Uma hora a crise passa, o governo e a sociedade encontram soluções e o cenário que ora foi nebuloso, passa a ser ensolarado. E o que você fez com seu dinheiro? Guarda no colchão? Deixa na poupança? O destino do dinheiro parado é a desvalorização frente à inflação. Portanto, INVISTA! Não deixe de aplicar parte de seus recursos com medo de perder seu emprego ou de perder dinheiro. Desde que feito com segurança e discernimento, o dinheiro tende a valorizar e você ajuda indiretamente no aquecimento econômico.

  • Os japonêses tem uma teoria – “Na abonança, invista como se estivesse em crise, e na crise, como se estivesse em abonança.”

A contribuição de um investimento forte quando a empresa está bem, operando em capacidade quase que total, é baixa. Portanto, a preocupação deveria estar na melhoria da performance e não em colocar dinheiro para provocar um incremento mínimo de demanda. Já na crise, quando todos os custos já foram saneados e mesmo assim as coisas não vão bem, deve-se provocar essa demanda, investir em diferenciação, em comunicação, em estar presente no mercado e ter um produto e serviço com inovações.

  • Compre quando todos querem vender e venda quando todos quiserem comprar.

Quando o mercado e as indústrias estão quebrados, a demanda diminui e a oferta aumenta. Portanto, os preços de alguns investimentos despencam, principalmente ativos financeiros, imóveis e bens/serviços de alto valor agregado. Percebe-se, então, que a dica é a seguinte: compre no momento que os preços despencaram, porque eles vão subir novamente e, quando subirem, venda e colha os frutos de um investimento durante a crise.

  • Nem tudo é racional.

Se tiver algo realmente bom nas mãos, ACREDITE. O pensamento de que a crise terá um fim e que novos tempos virão, motivam as melhores cabeças a pensar no amanhã e trabalhar muito no presente. A investir para colher futuramente e a auxiliar o Brasil com recursos e produtividade. Só assim as crises são superadas.

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28 jul 2015

O ensino precisa se atualizar. Que tal usar as Redes Sociais?

Por mais disseminadas que pareçam, as redes sociais e seus mecanismos de funcionamento ainda são um grande mistério para a maioria das instituições de ensino. No geral, as empresas até que tem desenvolvido bons trabalhos, mas em alguns setores como o da educação, o trabalho muitas vezes ainda é bem precário.

O uso da internet pelos alunos é indiscutível. Por isso, para sua instituição de ensino estar presente na vida dos seus futuros alunos, você precisa fazer parte deste universo. Por isso separamos abaixo dicas simples, mas se bem executadas trazem muitos benefícios.

Redes Sociais na Educação

Veja 8 dicas para construir sua marca nas Redes Sociais

8 dicas para construir sua presença nas redes sociais

1) Produção de Conteúdo

Crie e desenvolva conteúdo, ou seja, desenvolva material com relevância para seus alunos, candidatos e prospectados.  Você, mais do que ninguém tem o material necessário para construir esse conteúdo. Como instituição, converse com alguns professores, coordenadores de curso e veja um assunto para cada segmento que deseja impactar. (mais…)

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27 mai 2015

Uma pesquisa realizada com 576 profissionais de marketing imobiliário de 24 estados do país elegeu o nosso diretor de Marketing Digital, Israel Degasperi, como um dos seis melhores profissionais do mercado. A pesquisa envolveu a opinião de colaboradores importantes que trabalham em imobiliárias, incorporadoras, agências de publicidade e outras empresas.

Para se tornar referência, Desgasperi já atuou em diversos segmentos do mercado imobiliário, tais como a incorporadora Tecnisa, o portal imobiliário Vivareal e a Imobiliária Lopes . “O Desafio é tratar todos muito bem como clientes e entender as reais necessidade deles, sem abandonar a inovação. Sobre ser considerado uma referência, foi algo bem inusitado, ainda mais ser equiparado a tantos profissionais tão competentes como Romeu Busarello e Gustavo Zanotto, Guilherme Machado e Mariana Ferronato”, declarou.

A gerente de marketing do portal VivaReal e responsável pelo MarketingImob, Mariana Ferronato, foi quem elaborou a pesquisa.

Veja os ouros profissionais indicados!

Diretor de Marketing Digital da Putini é referência em pesquisa realizada pelo Marketing Imob.

A pesquisa é muito completa e recomendamos que você baixe o material na íntegra.

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